Essa é pra você que acha o funk carioca uma dança indecente e suja, que estimula a sexualização precoce. Acho que você vai rever seus conceitos de “dança” e “sexualização precoce”. Não gosto de bancar o puritano, mas… o México não tem Secretaria de infância e juventude, ou algo que o valha não?
Com vocês, o Raggaeton: a dança que faz o funk parecer música religiosa:
Sério, acho que esse foi um dos vídeos que mais me fez rir desde que o Youtube foi criado. E o engraçado é que é uma coisa tosca porém bem produzida; parece o tipo de coisa que um bando de estudantes desocupados fariam com um celular e um tempo vago entre as aulas, mas feito com produção profissional.
Hahahaha, adorei esse vídeo porque ele demonstra uma coisa que que eu sempre observei: nas periferias de maneira geral existe sempre aquele grupo dos que se acham rebeldes, mas são extremamente despersonalizados. Os moleques de periferia que não gostariam de ser moleques de áreas de melhor qualidade de vida, gostariam de ser moleques de periferia americanos. Em qualquer lugar do Brasil e do mundo os caras se vestem como americanos, e querem ter estilo de vida americano. Honestamente, se você vir uma foto de um cara usando uma camisa de time de basquete americano quatro números maior, e com um boné virado pra trás, esse cara pode ser de QUALQUER lugar.
É por isso que apesar de não gostar de samba (sou um carioca meio diferente, sim), não critico quem gosta. Acho uma manifestação cultural muito rica, e é infinitamente melhor ver a molecada com a cuíca na mão do que ver um bando de bonecos idiotas tentando fazer versões de gangsta rap com sotaque carioca.
Assista o vídeo e veja 30 cantores de rap, cada um de um país diferente. Mas se você abstrair as línguas estranhas, passam quase todos por americanos numa boa.
Alguns sujeitos definitivamente tem sorte. Esse é o Matt, um sujeito que certa vez teve a brilhante idéia de filmar a si mesmo fazendo uma dancinha ridícula em alguns locais que visitou durante uma viagem de férias. O vídeo foi postado na Internet tornou-se bastante popular. O suficiente para atrair a atenção de uma fábrica de chicletes, que o procurou com uma proposta deliciosa: fazer um outro vídeo, dançando onde ele quisesse, em quantas cidades quisesse, em países à sua escolha. O resultado, mais de um ano depois, é o vídeo abaixo, onde Matt dança em dezenas de países diferentes sob uma trilha sonora belíssima:
Bom, o post acabaria aqui, não fosse o fato de que quando procurei o vídeo para o post acabei achando uma paródia muito sacana. O texto dos caras que o fizeram diz tudo: “Com o primeiro vídeo, Matt fez o mundo chorar. Este aqui retribui o favor”.
Impossível não postar essa. Ao que parece o nosso amigo Paul Potts tem uma irmã.
Susan Boyle é uma escocesa de 47 anos, bastante… hum… desprovida de encantos estéticos. Ela participou do programa “Britains got talent”, um reality show para cantores amadores que concede aos mesmos a chance de uma breve apresentação e a possibilidade de profissionalização aos vencedores. Se a história está começando a parecer familiar, é porque é mesmo: é idêntica à de Paul. Uma moça feia e visivelmente desacreditada vai a um programa de calouros (o mesmo programa, aliás), escolhe uma música dificílima e após gerar reações de desdém do público e dos jurados, faz uma apresentação que arranca reações acaloradas e emocionadas de todos. Emocionante e bonito de se ver.
Muito embora gere alguns aborrecimentos, a reforma ortográfica vem unificar e atualizar a língua portuguesa em todas as suas variações, o que é algo de enorme importância. A língua, esse recurso tantas vezes subvalorizado, é algo que de tão corriqueiro em nossas vidas por vezes passa despercebida, mas é a ferramenta mais importante que os seres humanos têm para estabelecer laços de comunicação e extrair o melhor de suas relações.
Porque, quando as pessoas não dominam a própria língua a contento, as consequências podem ser maiores do que o que se imagina…
Ih, rapaz…
Algo me diz que o marido da vizinha vai comprar uma gramática imediatamente, e um 38 também. Talvez não nessa ordem.
Eu não sou machista, e procuro evitar generalizações; mas como todos sabem, é forte no imaginário popular a crença de que mulheres dirigem mal. Abaixo, algumas senhoritas que dão força ao mito: