Tirei essa foto na Rodovia Washington Luis, no Rio de Janeiro, enquanto abastecia o carro. Olhei para o outro lado da rua e fiquei meio impressionado com o que vi…
A câmera do meu celular não é tão potente, mas será que você identificaria esse paredão cinzento de aparência ameaçadora como sendo a fachada de um… motel?
Pior, a parte que se pronuncia no alto, em forma de cruz, é o letreiro, onde se pode ler o nome do estabelecimento. Eu não sei vocês, mas isso não me parece nada excitante. Se não fosse o letreiro eu chutaria que esse lugar é um cemitério, uma igreja satânica, uma fábrica abandonada ocupada por mendigos canibais mutantes, mas NUNCA um motel.
Aí o que eu faço? Por curiosidade dou uma googlada pelo mesmo, acho o site e dou de cara com isso, no MEIO do site:
Clique na imagem para conhecer esse sexy ninho de amor
Putz, eu não passaria uma noite nesse lugar nem fudendo. Literalmente.
Essa é pra você que acha o funk carioca uma dança indecente e suja, que estimula a sexualização precoce. Acho que você vai rever seus conceitos de “dança” e “sexualização precoce”. Não gosto de bancar o puritano, mas… o México não tem Secretaria de infância e juventude, ou algo que o valha não?
Com vocês, o Raggaeton: a dança que faz o funk parecer música religiosa:
Sério, acho que esse foi um dos vídeos que mais me fez rir desde que o Youtube foi criado. E o engraçado é que é uma coisa tosca porém bem produzida; parece o tipo de coisa que um bando de estudantes desocupados fariam com um celular e um tempo vago entre as aulas, mas feito com produção profissional.
Estas fotos são de um concurso de beleza realizado em Las Vegas. O concurso tem uma particularidade: todas as participantes têm uma característica em comum, que não é muito evidente à primeira vista. Observe atentamente as fotos e veja se consegue dizer o que é:
(E não, não são travestis, pessoa de mente suja!)
E aí, matou?
Não?
Pois saiba que este é um concurso de beleza para mulheres que têm… mais de 50 anos! Isso mesmo, todas as mulheres que você viu nestas fotos têm MAIS DE MEIO SÉCULO DE VIDA!
Agora imagine a situação, leitora: um bonitão chega perto de você sorrindo e com jeito de quem está querendo, você se anima, e na verdade o cara está querendo o telefone da sua avó (que tem um corpo bem melhor que o seu)? Tenso, hein?
Cidade de Resende, um aprazível lugar. Cidadezinha tranquila no Vale do Paraíba, estado do Rio de Janeiro, onde supostamente acontece a aguardada e tradicional Festa da Cereja, pelo menos segundo um portal local:
O único problema é que os moradores nunca ouviram falar de tal festa. Assistindo ao vídeo e ouvindo os alegres participantes falarem percebe-se imediatamente porque. A cidade de Resende na qual a festa acontece fica um pouco distante do estado do Rio…
Usar o Google para obter conteúdo para seu site é bom. Verificar as informações obtidas também.
Veja o mico aqui, enquanto não retirarem do ar.
Hahahaha, adorei esse vídeo porque ele demonstra uma coisa que que eu sempre observei: nas periferias de maneira geral existe sempre aquele grupo dos que se acham rebeldes, mas são extremamente despersonalizados. Os moleques de periferia que não gostariam de ser moleques de áreas de melhor qualidade de vida, gostariam de ser moleques de periferia americanos. Em qualquer lugar do Brasil e do mundo os caras se vestem como americanos, e querem ter estilo de vida americano. Honestamente, se você vir uma foto de um cara usando uma camisa de time de basquete americano quatro números maior, e com um boné virado pra trás, esse cara pode ser de QUALQUER lugar.
É por isso que apesar de não gostar de samba (sou um carioca meio diferente, sim), não critico quem gosta. Acho uma manifestação cultural muito rica, e é infinitamente melhor ver a molecada com a cuíca na mão do que ver um bando de bonecos idiotas tentando fazer versões de gangsta rap com sotaque carioca.
Assista o vídeo e veja 30 cantores de rap, cada um de um país diferente. Mas se você abstrair as línguas estranhas, passam quase todos por americanos numa boa.
Alguns sujeitos definitivamente tem sorte. Esse é o Matt, um sujeito que certa vez teve a brilhante idéia de filmar a si mesmo fazendo uma dancinha ridícula em alguns locais que visitou durante uma viagem de férias. O vídeo foi postado na Internet tornou-se bastante popular. O suficiente para atrair a atenção de uma fábrica de chicletes, que o procurou com uma proposta deliciosa: fazer um outro vídeo, dançando onde ele quisesse, em quantas cidades quisesse, em países à sua escolha. O resultado, mais de um ano depois, é o vídeo abaixo, onde Matt dança em dezenas de países diferentes sob uma trilha sonora belíssima:
Bom, o post acabaria aqui, não fosse o fato de que quando procurei o vídeo para o post acabei achando uma paródia muito sacana. O texto dos caras que o fizeram diz tudo: “Com o primeiro vídeo, Matt fez o mundo chorar. Este aqui retribui o favor”.